VOCÊ GOSTA DE LER?

Leitura é muito mais do que decodificar palavras. É ir muito além! É voar sem destino pelas páginas de um livro.
Devemos observar várias formas de arte, expressas em textos escritos ou não (verbal ou não verbal) e, delas tirar lições, reflexões, ou mesmo divesão. O que não podemos é sairmos indiferentes, pensando: não entendi nada! Ou fingindo ter entendido tudo, sem no entanto, ter compreendido o que o emissor realmente disse.
Muitas mensagens, realmente são de entendimento dúbio, ou seja, dá margens a mais de uma interpretação.
O que não se deve, é não entender nada! Se por acaso isso acontercer, e não é nada depreciativo assumir isso, devemos buscar mais informações e, fazer com que de alguma forma, essa leitura acrescente algo de positivo em nossa vida.

Leia, vá ao cinema, museus, shows, teatros, ouça músicas, mas reflita, pense!
Se não tiver argumentos bem fundamentados, cale-se e vá aprender mais.


"NÃO TENHO UM NOVO CAMINHO. O QUE TENHO É UM NOVO JEITO DE CAMINHAR." (Thiago de Melo)


quinta-feira, 3 de setembro de 2026

 

Três crianças muito curiosas, sempre que utilizam ou veem alguma coisa interessante querem saber sua origem.
Quem inventou, qual o processo de criação, em que época ...
Para responder às perguntas os primos contam com o vovô.
Vovô está sempre em sua biblioteca lendo um livro, sempre tem uma resposta que satisfaz suas curiosidades.
E você, tem curiosidade de como surgiu o celular? E a televisão, o computador, etc.
Busque as respostas disso e muito mais nesse livro.


Boa leitura.


Peça o seu pelo: E-MAIL - c.coelhorocha@gmail.com



Preço de lançamento: R$ 39,90



domingo, 17 de maio de 2026

 Aguarde o lançamento, em breve do livro "Pergunte ao vovô", você vai se amarrar.

Para outras publicações vá no Link  https://author.amazon.com.br/home e se delicie.


sexta-feira, 1 de maio de 2026

 PERGUNTE AO VOVÔ


Você tem ou já teve curiosidade em saber de onde veio ou como foi criado determinada coisa?

Como nasceu o celular; e o carro, como surgiu? a câmera fotográfica?

Muitas dessas curiosidades estão esclarecidas em Pergunte ao vovô.

Três crianças curiosas  estão sempre perguntando sobre objetos que utilizamos e não sabemos sua origem.

Vovô tem resposta para quase tudo.

Vem aí, em breve, um curioso livro para todas as idades, não sabe? PERGUNTE AO VOVÔ!

Em breve nas redes sociais e no Clube de autores. Aguarde. 

quinta-feira, 27 de junho de 2024

PERGUNTE AO PÓ (Paulo Leminsk)

cresce a vida
cresce o tempo
cresce tudo
e vira sempre
esse momento

cresce o ponto
bem no meio
do amor seu centro
assim como
o que a gente sente
e não diz
cresce dentro


quinta-feira, 13 de junho de 2024

POÉTICA (Vinicius de Moraes)

 De manhã escureço

De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando

terça-feira, 4 de junho de 2024

(Augusto Cury)

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


quarta-feira, 29 de maio de 2024

DA MINHA ALDEIA (Alberto Caeiro)

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...


Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.