VOCÊ GOSTA DE LER?

Leitura é muito mais do que decodificar palavras. É ir muito além! É voar sem destino pelas páginas de um livro.
Devemos observar várias formas de arte, expressas em textos escritos ou não (verbal ou não verbal) e, delas tirar lições, reflexões, ou mesmo divesão. O que não podemos é sairmos indiferentes, pensando: não entendi nada! Ou fingindo ter entendido tudo, sem no entanto, ter compreendido o que o emissor realmente disse.
Muitas mensagens, realmente são de entendimento dúbio, ou seja, dá margens a mais de uma interpretação.
O que não se deve, é não entender nada! Se por acaso isso acontercer, e não é nada depreciativo assumir isso, devemos buscar mais informações e, fazer com que de alguma forma, essa leitura acrescente algo de positivo em nossa vida.

Leia, vá ao cinema, museus, shows, teatros, ouça músicas, mas reflita, pense!
Se não tiver argumentos bem fundamentados, cale-se e vá aprender mais.


"NÃO TENHO UM NOVO CAMINHO. O QUE TENHO É UM NOVO JEITO DE CAMINHAR." (Thiago de Melo)


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

RESENHAS

SÉRIE: A MEDIADORA – A TERRA DAS SOMBRAS. EDITORA: Record AUTORA: Meg Cabot (pseudônimo de Jenny Carrol) Conta a história de Suzannah, uma menina de 16 anos que acaba de se mudar para a Califórnia com a mãe. Ela tem o poder de ver, falar e ajudar fantasmas. Após chegar em casa descobre que há um fantasma em seu quarto, Jesse. Eles acabam se tornando grandes amigos. Não é com Jesse que ela terá problemas e sim com a alma de uma garota que se suicidou. É um livro interessante que prende o leitor até o fim e faz você ter vontade de começar a ler o outro da série. Resenha de: Raquel Corrêa de Mello Neves, 13 anos, estudante da 7ª série ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS Texto narrado pela própria morte conta a saga de uma garota que enquanto viajava de trem no rigoroso inverno europeu, com sua mãe e seu irmão, viu a morte do mesmo e seu sepultamento. Foi ai que Liesel cometeu seu primeiro delito, recolheu não devolveu, o Manual do coveiro que encontrou caído. Ela foi entregue pela sua mãe a uma família em Molching, na rua Himmel, para uma família composta por um pai generoso e desempregado, uma mãe rabugenta, e um irmão que logo partiu para servir o governo como soldado. Aprendeu a ler com seu pai, sob uma fraca luz de velas. Para ajudar na sobrevivência da família a garota entregava roupas que eram lavadas por sua mãe adotiva e, na casa do prefeito, encontrou sua “cúmplice”, de início a elegante mulher, empolgada pelo interesse de Liesel pelos livros passou a emprestá-lo, depois, permitir que ela os roubasse, fingindo não perceber. Max Vanderburg, um judeu cujo pai tinha lutado ao lado de Hans, o atual pai e professor de Liesel, foi acolhido clandestinamente e se tornou a grande ocupação da roubadora de livros. No auge da guerra na Alemanha nazista, a menina que roubava livros conseguiu sobreviver por três vezes à morte e, este fato fez com que a gelada exterminadora nos presenteasse com essa narrativa.

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